Bem Vindo à Guitanda!

Violão Antônio de Pádua 2010 SP/BR "Workshop" (VENDIDO)

Seja o primeiro a comentar este produto

Disponibilidade: Esgotado

R$0,00

Descrição Rápida

(VENDIDO)

 

Antônio de Pádua 2010 "Workshop" - Novo

Violão Clássico

 

Condição: estrutural (5/5), estética (4,5/5)

Tampo: Abeto (sólido)

Fundo e laterais: Jacarandá Baiano (sólido)

Braço: Cedro

Escala: Ébano, Sobreposta (tradicional), 19 trastes

Formato do braço: “C”, suave

Acabamento: Goma-Laca tampo, Poliuretano demais partes

Rastilho e pestana: Osso














Cordas: clássicas (nylon, carbono, similares)

Comprimento de corda: 650 mm

Espaçamento de cordas pestana/rastilho: 42/56 mm

Tarraxas: Condor

Tensor: não

Estojo: opcional







* Selecione a opção "À vista: depósito, cheque, dinheiro" ao finalizar a compra, e o desconto será aplicado antes da confirmação de fechamento do pedido


Diagonal

Duplo clique na imagem acima para visualizá-la maior

Reduzir
Aumentar

Mais Visualizações

  • Frente
  • Diagonal
  • Lateral
  • Fundo
  • Mão: frente
  • Tarraxas Condor
  • Mão: costas
  • Roseta e cavalete
  • Detalhe: roseta e filetação
  • Selo

Detalhes

Violão Clássico Antônio de Pádua 2010 SP/BR, "Workshop" (Anderson Freitas):
 
(VENDIDO)
 
O luthier brasileiro Antônio de Pádua Gomide faz parte de um núcleo muito forte de luteria que tem se desenvolvido no sul de Minas Gerais desde a década de 1990. Antônio de Pádua tem como forte influenciador o lendário luthier Roberto Gomes, com o qual teve contato próximo ao longo de muitos anos. A partir dessa influência, passou a desenvolver um trabalho autoral, com construção focada em versatilidade de estilo e consistência na qualidade sonora. É hoje um dos luthiers mais tradicionais e consolidados desse núcleo mineiro, e tem sido fundamental na consolidação dessa escola, contribuindo na formação de diversos luthiers de qualidade em sua oficina.
 
Neste instrumento, temos um exemplo desse trabalho. É um violão construído na oficina de Antônio de Pádua, sob sua supervisão e diretrizes, pelo luthier Anderson Freitas. Daí o nome do modelo ser "workshop" (que significa "oficina").
 
Como não podia deixar de ser, as características do instrumento são bastante próprias de instrumentos do Antônio de Pádua, apesar de peculiaridades sonoras. É um instrumento de construção tradicional, no modelo espanhol, com estrutura em leque, tampo de abeto (também conhecido como pinho) e fundo e laterais de jacarandá baiano. O jacarandá, diga-se de passagem, é de grande densidade, bem escuro, e de grande apelo visual. A estética da mão e detalhes de ornamentação são condizentes com os padrões do Antônio de Pádua.
 
A sonoridade é bem tradicional, com timbre cremoso, claro, responsivo e sofisticado. Um violão com muito boa nitidez, clareza na projeção e variação de colorido tímbrico. Tem caracteristicas sonoras de um puro instrumento no estilo espanhol, que agrada os ouvidos e encanta pelo equilíbrio do timbre em suas frequências, e na relaçâo entre a fundamental e os harmônicos. Não é nem estridente nem opaco, mas numa faixa sonora mais neutra. Ou seja, não é um instrumento que impõe uma sonoridade, mas um que serve para demonstrar a sonoridade do intérprete. O ataque é semi-pronunciado, com decaimento lento e sustentação média. O volume e a projeção, com ambiência e alcance, são razoáveis.

O equilibrio vertical (entre as cordas) é regular. A segunda corda tende a ficar um pouquinho mais magra que as demais, e a terceira corda um pouco mais opaca que as vizinhas, algo que é relativamente comum. Porém, nada muito aparente, e a primeira corda ainda possui bom corpo e a relação entre primas e bordões é muito boa. O equilibrio horizontal (entre casas) é bom, as posições sobreagudas soam bem e há somente alguns pontos de ressonância mais forte, que tendem a se amenizar com o amadurecimento.
 
A tocabilidade é razoável. O braço é em formato de C suave, arredondado mas não muito, e de espessura fina sem exagerar. A regulagem está num padrão médio-suave, responde bem toques normais, sem trastejo.
 
O verniz utilizado é o poliuretano (PU) no corpo e goma-laca no tampo, o que confere proteção e sonoridade. Escala tradicional de ébano, braço de cedro brasileiro.
 
Conservação:
- estrutural: 5/5. Excelente estado, é um violão novo.
- estética: 4,5/5. Estado de novo, mas com goma-laca não muito uniforme.
 
Resumo:
 
Pontos fortes: Timbre sofisticado, belo e responsivo. Sonoridade não impositiva. Equilibrio horizontal, com bom desempenho nas posições sobreagudas. Jacarandá baiano muito escuro no fundo.
 
Pontos fracos: Equilíbrio vertical regular, e não tem grande volume.
 
Conclusão: É um instrumento de muito alto custo-benefício. O seu forte é a sonoridade, que é bem maleável e transparente. Se não tem um atributo muito peculiar que a destaque, por outro lado deixa a cargo do intérprete o tempero no timbre. Não possui grande volume para grandes palcos, mas é muito adequado para pequenos palcos, uso de amplificação e estudo. Sua responsividade e boa nitidez ajudam no desenvolvimento de uma sonoridade rica e bem formada.

Informações Adicionais

Especificações Não

Tags do Produto

Utilize espaços para separar tags. Utilize aspas simples (') para frases.