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Violão 7 Cordas Irmãos Carvalho 7S6 (Desconto de R$ 300,00 à vista*)

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R$2.500,00
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Descrição Rápida

Irmãos Carvalho 7S6
Violão 7 cordas

Prazo de 120 dias úteis
 

Condição: Novo
Tampo: Cedro (maciço)
Fundo e laterais: Jacarandá (5 camadas)
Braço: Cedro brasileiro
Escala: Pau-Ferro de alta densidade
Acabamento: Verniz PU fosco ou brilhante
Tarraxas: Condor
Tensor: Dupla ação
Rastilho e pestana: Osso
Tecnologia de construção: estilo tradicional, estrutura em leque.
Cordas: clássicas (nylon, carbono, tripa e similares)
Comprimento de corda: 650 mm
Largura da pestana: 64 mm
Formato do braço: “D”, suave e fino
Escala: Sobreposta (tradicional), 19 trastes



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Diagonal  (a aparência da madeira pode variar)

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  • Frente
  • Diagonal  (a aparência da madeira pode variar)
  • Lateral - graves  (a aparência da madeira pode variar)
  • Fundo  (a aparência da madeira pode variar)
  • Diagonal fundo  (a aparência da madeira pode variar)
  • Lateral - agudas (a aparência da madeira pode variar)
  • Roseta e cavalete
  • Mão frente (a aparência da madeira pode variar)
  • Tarraxas Condor  (a aparência da madeira pode variar)
  • Mão costas
  • Detalhe - roseta e filetação
  • Grande compositor e violonista Guinga utilizando um Emanuel Carvalho TS6 em concerto (com captação Fishman C4T)

* Campos Requeridos

Detalhes

Sobre os violões Irmãos Carvalho:
 
Os violões Irmãos Carvalho são instrumentos construídos na oficina do luthier Samuel Carvalho, um dos melhores luthiers em atividade no Brasil. A sua produção é sfeita artesanalmente pelo luthier e seus assistentes e o desempenho dos violões é muito superior ao de qualquer instrumento produzido em série, pois o processo de preparo do tampo e regulagem do instrumento é feito caso a caso, de forma personalizada, para se obter o máximo específico de cada peça de madeira utiizada.
 
Além disso, na arte de construção de instrumentos musicais de alto nível, a "mão" do construtor faz enorme diferença no resultado final. Dois instrumentos com as mesmas madeiras e mesmo projeto podem ter resultados variando de medíocre a genial, dependendo de quem os construiu. E a qualidade dos Irmãos Carvalho é garantida pela "mão"do luthier Samuel Carvalho, que talvez seja o único luthier no Brasil, de alto nivel e renome, que disponibiliza instrumentos nessa faixa de valor a um prazo relativamente pequeno.
 
São violões versáteis que podem suprir a necessidade de músicos populares, profissionais e amadores que desejem um violão definitivo e de qualidade superior. E também para concertistas ou estudantes de violão clássico, são instrumentos perfeitos para estudo e viagens, e são o patamar ideal antes da aquisição de um violão de concerto de valor mais elevado.
 
Nós da Guitanda, com conhecimento de anos do mercado, acreditamos que estes sejam os melhores violões clássicos que se podem adquirir no Brasil, na sua faixa de preço.
 
Projeto e materiais: 
 
A filosofia do projeto dos violões Irmãos Carvalho é priorizar o resultado sonoro antes de detalhes cosméticos. Isso significa utilizar madeiras cujas qualidades e propriedades sejam as melhores possíveis, e com técnicas que garantam a maior qualidade possível, independentemente de quais sejam e de qual seja a aparência das madeiras. Vejamos, então, os detalhes que fazem esses violões terem um desempenho superior:
 
Tampo: o tampo e sua estrutura são os grandes responsáveis pela produção sonora de um violão. Sendo assim, é no tampo que o luthier dedica seus maiores cuidados. Nos modelos Emanuel Carvalho, os tampos são de abeto ou cedro, e cada exemplar dessas madeiras é selecionado primeiramente pelo critério da sonoridade. Dependendo da densidade, do corte, da característica dos veios, da flexibilidade, da ressonância, e de diversos outros quesitos que tornam cada tampo único, o luthier seleciona o exemplar ideal em termos de som, e trabalha nele de forma personalizada. Cada tampo é produzido com espessuras únicas ao longo de sua área, definidas pela sensibilidade artística do construtor. O mesmo vale para a estrutura interna do tampo, que é posicionada e dimensionada para obter o máximo de resultado caso a caso.
 
Fundo e laterais: um dos objetivos do projeto foi garantir o máximo possível de rigidez no fundo e laterais do violão, a fim de não desperdiçar a energia do tampo, que deve vibrar sobre uma base firme. Para tanto, como fruto de muitas pesquisas, o sistema escolhido para a maioria dos modelos foi o de fundo e laterais prensados. A vantagem dessa tecnologia é poder usar camadas de diferentes madeiras pra atingir um alto grau de rigidez, num custo menor que o obtido com madeiras sólidas de menor densidade, que é o que geralmente se usaria para violões nessa faixa de preço. Porém, o segredo da abordagem nos violões Emanuel Carvalho está nos detalhes, desde o corte das madeiras até o processo de montagem do conjunto. Geralmente se usam madeiras de alta densidade na composição das camadas, como Jacarandá, Louro-Preto, etc... Os resultados aferidos são superiores tanto em sonoridade como em durabilidade.
 
Um esclarecimento: o fundo prensado é uma tecnologia bem diferente do fundo laminado, apesar de muitas vezes haver confusão nos conceitos. Esse tipo de tecnologia de fundo prensado é bastante utilizada há décadas em instrumentos de qualidade ao redor de todo o mundo, inclusive na respeitada escola australiana de construção, e propicia grande rigidez ao conjunto de fundo e laterais, com excelentes resultados, ao contrário da laminação em forma de compensado, que torna o fundo e laterais macios, absorvendo a vibração do tampo e amortecendo a sonoridade.
 
Braço: a madeira utilizada no braço é o tradicional cedro brasileiro, ou spanish cedar, uma madeira de alta resistência e durabilidade. O braço é dimensionado para propiciar grande conforto ao tocar, sem abrir mão de sua estabilidade. Como recurso adicional, o violão vem equipado com um tensor de dupla ação, que permite facilidade para pequenos ajustes na ação das cordas caso necessários. Além disso, a presença do tensor, dentro do projeto, visa aumentar o tempo de sustentação das notas.
 
Escala: na maioria dos modelos, a escala é feita de Pau-Ferro de alta densidade. Ela é uma madeira de alta dureza, com mais durabilidade que o jacarandá. É claro, caso sejam selecionadas peças de boa qualidade e corte. As peças de pau-ferro selecionadas para estes modelos são de grande qualidade, e devem durar décadas. Assim, a escolha obedeceu critérios funcionais, para garantir o melhor possível em durabilidade e estabilidade, dentro da faixa de preço.
 
Aqui, abrimos um parêntesis para explicar sobre madeiras: a madeira é uma matéria-prima orgânica, que possui alto grau de variabilidade dentro da mesma espécie. Peças retiradas de árvores com diferentes idades, que cresceram em condições climáticas e solo diferentes, ou mesmo peças retiradas de diferentes partes de um mesmo tronco, possuem grandes diferenças nas suas propriedades físicas. Assim, é preciso evitar os equívocos que ocorrem ao se basear somente pelo nome da madeira para avaliar qualidade. Por exemplo, a madeira mais apreciada para o feitio da escala, no tocante à durabilidade, é o Ébano. Mas isso é bastante relativo. Um Pau-Ferro de alta qualidade apresenta mais durabilidade do que um Ébano de baixa qualidade. Obviamente, um Ébano de alta qualidade é excepcional, mas somente usado em faixas de preço mais elevadas.
 
Montagem: a montagem do violão prioriza o encaixe perfeito de todas as suas partes, nos ângulos mais adequados para obter a melhor transmissão de energia possível. Dessa forma, a construção e posicionamento do cavalete, o ângulo de encaixe do braço no corpo, o formato do corpo, o posicionamento da boca, o tipo de junção e de decoração, e diversos outros detalhes são abordados de forma minuciosa. Cada pequeno detalhe contribui para o resultado final do instrumento, e os anos de prática, e a grande sensibilidade do luthier, orientam cada aspecto da montagem dos violões.
 
Durabilidade: os violões Irmãos Carvalho foram projetados e construídos para durar décadas, desde que tomados os cuidados básicos que todo violão demanda. Tais cuidados são: não expor a bruscas variações de temperatura e umidade, e nem aos seus extremos. Não o guardar em ambientes muito abafados, como dentro do porta-malas do carro no sol. Não apoiar nenhum tipo de peso sobre o violão, ou expô-lo a tensionamento ou torção. Não expor o instrumento a pancadas, quedas, golpes, cortes e outras situações de perigo físico ao instrumento. E manter o instrumento sempre afastado de corredores e passagens, e longe do alcance de crianças e adultos que não possuam conhecimento dos cuidados necessários.
 
Sobre os modelos:
 
Os violões Irmãos Carvalho são divididos em três linhas:
 
TS - Tradicionais - linha de construção tradicional, de tampo sólido (maciço) e estrutura em leque.
CT - Composites - linha moderna com uso da fibra Nomex na composição do tampo, que permite maior potência e sustain.
7S - Sete cordas - linha de violões 7 cordas, com tampo sólido e construção tradicional
 
Os modelos são codificados usando-se as siglas acima, seguidas de um número. Por exemplo: TS6, CT5, 7S3, etc.
 
Essa numeração final define 2 características:
 
- O tipo de madeira do tampo: os tampo feitos de abeto são identificados pelos números ímpares, e os tampos de cedro pelos números pares.
- A qualidade do modelo: ao compararmos os modelos da mesma linha e de mesmo tipo de tampo, quanto maior a numeração, maior a qualidade.
   
Por exemplo, o TS1 é um violão tradicional de tampo de abeto (pelo fato de ser de numeração ímpar). O TS3, idem, mas é superior ao TS1. Já o TS2 seria um tradicional de tampo de cedro, assim como o TS4, que é superior ao TS2. Mas, é importante observar que ao compararmos modelos com tampos diferentes, o TS2 não é necessariamente superior ao TS1, pois ambos seriam os modelos de entrada em cada tipo de madeira. Idem ao TS3 e o TS4, que são equivalentes em qualidade (e preço), TS5/TS6, CT3/CT4, 7S3/7S4, e assim por diante.
 
Sobre o modelo 7S6:
  
O 7S6 é o modelo equivalente ao TS6 mas com 7 cordas. O desempenho do 7S6 é similar ao do TS6 em termos de projeção, de nitidez, de sustentação, de sutileza de resposta e de refinamento de timbre. Em termos de tocabilidade, equilíbrio, durabilidade e afinação, o padrão elevado se mantém. Em termos de potência, o 7S6 possui um pouco menos de volume que o TS6, como é normal em modelos de 7 cordas (a tensão extra da sétima corda gera maior carga sobre o tampo). Em todos esses quesitos citados, os 7S6 possuem muito bom desempenho, num nível muito satisfatório para quem busca estudar e produzir música.  As madeiras do tampo são de uma qualidade superior, que gera muito boa possibilidade acústica e propicia uma voz bela ao instrumento. O fundo e laterais são prensados em 5 camadas, com madeira nobre, o Jacarandá. Esse modelo é plenamente indicado para o estudo de violão clássico, e todos os estilos de violão popular solo ou de acompanhamento.
 
É superior ao 7S4 em termos de potência, sofisticação de timbre e sustain.
  
Em relação ao modelo com tampo de abeto, o 7S6, com tampo de cedro, possui maior nitidez, sutilezas de timbre e projeção mais direcional com maior alcance que o 7S5. É um instrumento com som mais delicado e preciso, que revela o melhor e o pior no intérprete.
 
Pontos Fortes: desempenho geral impressionante para o preço. Som vigoroso, bons baixos, potência e timbre de qualidade. Ótma tocabilidade
  
Pontos Fracos: pela prioridade no desenvolvimento da sonoridade, o acabamento nem sempre tem o tempo necessário no processo, tendo pontos de melhoria na aplicação do verniz e filetação. É um instrumento para quem valoriza mais o som.
  
 
Sobre a captação opcional dBR Classical
 
A captação dBR Classical é um sistema moderno, passivo, que utiliza 4 sensores (transducers), fixados na parte interna do tampo, para capturar as mais variadas frequências do instrumento e produzir um sinal de alta fidelidade. Com este sistema, que captura as vibrações diretamente da madeira, entendemos que a sonoridade acústica do violão é traduzida de forma bastante natural, mantendo a qualidade de timbre em um sistema amplificado. Ela responde a toques fortes sem estourar, reproduz variações de timbre e vibratos, traz resposta equilibrada entre as cordas, permite amplificação de sons percussivos no corpo do instrumento e, mesmo não tendo a força de sinal de um sistema ativo, pode tranquilamente ser ligada diretamente à mesas e caixas de som sem necessidade de preamplificação. Devido ao fato de não haver nenhum elemento entre rastilho e cavalete, nem haver rasgos na lateral (pela ausência de preamp), o sistema interfere muito pouco na sonoridade acústica, e o violão pode facilmente ser revertido ao estado original ou receber outro sistema de captação. Por não necessitar de bateria, é um sistema prático e que gera economia ao longo do tempo. A captação dBR Classical é projetada especificamente para violões clássicos, e é produzida na dBR Acoustics por especialistas em sonoridade de violão e aprovada por músicos profissionais.
 
Após realizarmos extensivos testes, com resultados sempre melhores do que os diversos sistemas tradicionais, esta foi a captação selecionada pela Guitanda para os instrumentos Carvalho. Ela pode ser usada sem necessidade de preamp, ou em conjunção com um preamp externo para resultados mais particulares. Acreditamos que o sistema de sensores é o presente e futuro dos sistemas de amplificação de violões, sendo uma tecnologia muito superior aos sistemas de piezo e/ou de mic interno. 

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Especificações Não

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