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Violão Irmãos Carvalho TS3 (Desconto de R$ 150,00 à vista*)

Disponibilidade: Em estoque

R$1.800,00
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Descrição Rápida

Irmãos Carvalho TS3
Violão Clássico
Prazo de 70 dias úteis

Condição: Novo
Tampo: Abeto (maciço)
Fundo e laterais: Louro-preto (3 camadas)
Braço: Cedro brasileiro
Escala: Pau-Ferro de alta densidade
Acabamento: Verniz PU fosco
Tarraxas: Condor
Tensor: Dupla ação
Rastilho e pestana: Osso
Cordas: clássicas (nylon, carbono, tripa e similares)
Comprimento de corda: 650 mm
Largura da pestana: 53 mm
Formato do braço: “D”, suave e fino
Escala: Sobreposta (tradicional), 19 trastes



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Diagonal (foto ilustrativa)

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  • Frente (foto ilustrativa)
  • TS3 - Frente
  • Diagonal (foto ilustrativa)
  • Lateral (foto ilustrativa)
  • Fundo (foto ilustrativa)
  • TS3 - Mão (a aparência da palheta frontal pode variar)
  • TS3  - Tarraxas C0ndor
  • TS3 - Bag Flexível
  • Grande compositor e violonista Guinga utilizando um Emanuel Carvalho TS6 em concerto (com captação Fishman C4T)

* Campos Requeridos

Detalhes

Sobre os violões Irmãos Carvalho:
 
Os violões Irmãos Carvalho são instrumentos construídos na oficina do luthier Samuel Carvalho, um dos melhores luthiers em atividade no Brasil. A sua produção é sfeita artesanalmente por seus assistentes e o desempenho dos violões é muito superior ao de qualquer instrumento produzido industrialmente, pois o processo de preparo do tampo e regulagem do instrumento é feito caso a caso, de forma personalizada, para se obter o máximo específico de cada peça de madeira utiizada.
 
Além disso, na arte de construção de instrumentos musicais de alto nível, a "mão" do construtor faz enorme diferença no resultado final. Dois instrumentos com as mesmas madeiras e mesmo projeto podem ter resultados variando de medíocre a genial, dependendo de quem os construiu. E a qualidade dos Irmãos Carvalho é garantida pela "mão" do luthier Samuel Carvalho, que talvez seja o único luthier no Brasil, de alto nivel e renome, que disponibiliza instrumentos nessa faixa de valor a um prazo relativamente pequeno.
 
São violões versáteis que podem suprir a necessidade de músicos populares, profissionais e amadores que desejem um violão definitivo e de qualidade superior. E também para concertistas ou estudantes de violão clássico, são instrumentos perfeitos para estudo e viagens, e são o patamar ideal antes da aquisição de um violão de concerto de valor mais elevado.
  
Projeto e materiais: 
 
A filosofia do projeto dos violões Irmãos Carvalho é priorizar o resultado sonoro antes de detalhes cosméticos. Isso significa utilizar madeiras cujas qualidades e propriedades sejam as melhores possíveis, e com técnicas que garantam a maior qualidade possível, independentemente de quais sejam e de qual seja a aparência das madeiras. Vejamos, então, os detalhes que fazem esses violões terem um desempenho superior:
 
Tampo: o tampo e sua estrutura são os grandes responsáveis pela produção sonora de um violão. Sendo assim, é no tampo que o luthier dedica seus maiores cuidados. Nos modelos Emanuel Carvalho, os tampos são de abeto ou cedro, e cada exemplar dessas madeiras é selecionado primeiramente pelo critério da sonoridade. Dependendo da densidade, do corte, da característica dos veios, da flexibilidade, da ressonância, e de diversos outros quesitos que tornam cada tampo único, o luthier seleciona o exemplar ideal em termos de som, e trabalha nele de forma personalizada. Cada tampo é produzido com espessuras únicas ao longo de sua área, definidas pela sensibilidade artística do construtor. O mesmo vale para a estrutura interna do tampo, que é posicionada e dimensionada para obter o máximo de resultado caso a caso.
 
Fundo e laterais: um dos objetivos do projeto foi garantir o máximo possível de rigidez no fundo e laterais do violão, a fim de não desperdiçar a energia do tampo, que deve vibrar sobre uma base firme. Para tanto, como fruto de muitas pesquisas, o sistema escolhido para a maioria dos modelos foi o de fundo e laterais prensados. A vantagem dessa tecnologia é poder usar camadas de diferentes madeiras pra atingir um alto grau de rigidez, num custo menor que o obtido com madeiras sólidas de menor densidade, que é o que geralmente se usaria para violões nessa faixa de preço. Porém, o segredo da abordagem nos violões Emanuel Carvalho está nos detalhes, desde o corte das madeiras até o processo de montagem do conjunto. Geralmente se usam madeiras de alta densidade na composição das camadas, como Jacarandá, Louro-Preto, etc... Os resultados aferidos são superiores tanto em sonoridade como em durabilidade.
 
Um esclarecimento: o fundo prensado é uma tecnologia bem diferente do fundo laminado, apesar de muitas vezes haver confusão nos conceitos. Esse tipo de tecnologia de fundo prensado é bastante utilizada há décadas em instrumentos de qualidade ao redor de todo o mundo, inclusive na respeitada escola australiana de construção, e propicia grande rigidez ao conjunto de fundo e laterais, com excelentes resultados, ao contrário da laminação em forma de compensado, que torna o fundo e laterais macios, absorvendo a vibração do tampo e amortecendo a sonoridade.
 
Braço: a madeira utilizada no braço é o tradicional cedro brasileiro, ou spanish cedar, uma madeira de alta resistência e durabilidade. O braço é dimensionado para propiciar grande conforto ao tocar, sem abrir mão de sua estabilidade. Como recurso adicional, o violão vem equipado com um tensor de dupla ação, que permite facilidade para pequenos ajustes na ação das cordas caso necessários. Além disso, a presença do tensor, dentro do projeto, visa aumentar o tempo de sustentação das notas.
 
Escala: na maioria dos modelos, a escala é feita de Pau-Ferro de alta densidade. Ela é uma madeira de alta dureza, com mais durabilidade que o jacarandá. É claro, caso sejam selecionadas peças de boa qualidade e corte. As peças de pau-ferro selecionadas para estes modelos são de grande qualidade, e devem durar décadas. Assim, a escolha obedeceu critérios funcionais, para garantir o melhor possível em durabilidade e estabilidade, dentro da faixa de preço.
 
Aqui, abrimos um parêntesis para explicar sobre madeiras: a madeira é uma matéria-prima orgânica, que possui alto grau de variabilidade dentro da mesma espécie. Peças retiradas de árvores com diferentes idades, que cresceram em condições climáticas e solo diferentes, ou mesmo peças retiradas de diferentes partes de um mesmo tronco, possuem grandes diferenças nas suas propriedades físicas. Assim, é preciso evitar os equívocos que ocorrem ao se basear somente pelo nome da madeira para avaliar qualidade. Por exemplo, a madeira mais apreciada para o feitio da escala, no tocante à durabilidade, é o Ébano. Mas isso é bastante relativo. Um Pau-Ferro de alta qualidade apresenta mais durabilidade do que um Ébano de baixa qualidade. Obviamente, um Ébano de alta qualidade é excepcional, mas somente usado em faixas de preço mais elevadas.
 
Montagem: a montagem do violão prioriza o encaixe perfeito de todas as suas partes, nos ângulos mais adequados para obter a melhor transmissão de energia possível. Dessa forma, a construção e posicionamento do cavalete, o ângulo de encaixe do braço no corpo, o formato do corpo, o posicionamento da boca, o tipo de junção e de decoração, e diversos outros detalhes são abordados de forma minuciosa. Cada pequeno detalhe contribui para o resultado final do instrumento, e os anos de prática, e a grande sensibilidade do luthier, orientam cada aspecto da montagem dos violões.
 
Durabilidade: os violões Irmãos Carvalho foram projetados e construídos para durar décadas, desde que tomados os cuidados básicos que todo violão demanda. Tais cuidados são: não expor a bruscas variações de temperatura e umidade, e nem aos seus extremos. Não o guardar em ambientes muito abafados, como dentro do porta-malas do carro no sol. Não apoiar nenhum tipo de peso sobre o violão, ou expô-lo a tensionamento ou torção. Não expor o instrumento a pancadas, quedas, golpes, cortes e outras situações de perigo físico ao instrumento. E manter o instrumento sempre afastado de corredores e passagens, e longe do alcance de crianças e adultos que não possuam conhecimento dos cuidados necessários.
 
Sobre os modelos:
 
Os violões Irmãos Carvalho são divididos em três linhas:
 
TS - Tradicionais - linha de construção tradicional, de tampo sólido (maciço) e estrutura em leque.
CT - Composites - linha moderna com uso da fibra Nomex na composição do tampo, que permite maior potência e sustain.
7S - Sete cordas - linha de violões 7 cordas, com tampo sólido e construção tradicional
 
Os modelos são codificados usando-se as siglas acima, seguidas de um número. Por exemplo: TS6, CT5, 7S3, etc.
 
Essa numeração final define 2 características:
 
- O tipo de madeira do tampo: os tampo feitos de abeto são identificados pelos números ímpares, e os tampos de cedro pelos números pares.
- A qualidade do modelo: ao compararmos os modelos da mesma linha e de mesmo tipo de tampo, quanto maior a numeração, maior a qualidade.
   
Por exemplo, o TS1 é um violão tradicional de tampo de abeto (pelo fato de ser de numeração ímpar). O TS3, idem, mas é superior ao TS1. Já o TS2 seria um tradicional de tampo de cedro, assim como o TS4, que é superior ao TS2. Mas, é importante observar que ao compararmos modelos com tampos diferentes, o TS2 não é necessariamente superior ao TS1, pois ambos seriam os modelos de entrada em cada tipo de madeira. Idem ao TS3 e o TS4, que são equivalentes em qualidade (e preço), TS5/TS6, CT3/CT4, 7S3/7S4, e assim por diante.
 
Sobre o modelo TS3:
 
O TS3 é o modelo padrão de abeto, superior ao TS1 (tampo de abeto) e equivalente ao TS4 (tampo de  cedro). O desempenho do TS3 é superior ao modelo TS1 em termos de volume, de projeção, de nitidez, de sustentação, de sutileza de resposta e de refinamento de timbre. Em termos de tocabilidade, equilíbrio, durabilidade e afinação, o padrão elevado se mantém. Em todos esses quesitos citados, os TS3 possuem bom desempenho, num nível muito satisfatório para quem busca estudar e produzir música.  As madeiras do tampo são de uma qualidade superior às do TS1, com maior possibilidade acústica e propiciando uma voz bela ao instrumento. O fundo e laterais são prensados em 3 camadas, com madeira de densidade mais acentuada, o Louro- Preto. Esse modelo é plenamente indicado para o estudo de violão clássico, e todos os estilos de violão popular solo ou de acompanhamento.
 
Em relação ao modelo com tampo de cedro, o TS3, com tampo de abeto, possui maior nitidez, sutilezas de timbre e projeção mais direcional com maior alcance que o TS4. É um instrumento com som mais delicado e preciso, que revela o melhor e o pior no intérprete.

Pontos Fortes: desempenho geral impressionante para o preço. Som nítido, equilibrado, bons baixos, boa potência e timbre sofisticado. Ótima tocabilidade
 
Pontos Fracos: pela prioridade no desenvolvimento da sonoridade, o acabamento nem sempre tem o tempo necessário no processo, tendo pontos de melhoria na aplicação do verniz e filetação. É um instrumento para quem valoriza mais o som.
   
Sobre a captação opcional dBR Classical
 
A captação dBR Classical é um sistema moderno, passivo, que utiliza 4 sensores (transducers), fixados na parte interna do tampo, para capturar as mais variadas frequências do instrumento e produzir um sinal de alta fidelidade. Com este sistema, que captura as vibrações diretamente da madeira, entendemos que a sonoridade acústica do violão é traduzida de forma bastante natural, mantendo a qualidade de timbre em um sistema amplificado. Ela responde a toques fortes sem estourar, reproduz variações de timbre e vibratos, traz resposta equilibrada entre as cordas, permite amplificação de sons percussivos no corpo do instrumento e, mesmo não tendo a força de sinal de um sistema ativo, pode tranquilamente ser ligada diretamente à mesas e caixas de som sem necessidade de preamplificação. Devido ao fato de não haver nenhum elemento entre rastilho e cavalete, nem haver rasgos na lateral (pela ausência de preamp), o sistema interfere muito pouco na sonoridade acústica, e o violão pode facilmente ser revertido ao estado original ou receber outro sistema de captação. Por não necessitar de bateria, é um sistema prático e que gera economia ao longo do tempo. A captação dBR Classical é projetada especificamente para violões clássicos, e é produzida na dBR Acoustics por especialistas em sonoridade de violão e aprovada por músicos profissionais.
 
Após realizarmos extensivos testes, com resultados sempre melhores do que os diversos sistemas tradicionais, esta foi a captação selecionada pela Guitanda para os instrumentos Carvalho. Ela pode ser usada sem necessidade de preamp, ou em conjunção com um preamp externo para resultados mais particulares. Acreditamos que o sistema de sensores é o presente e futuro dos sistemas de amplificação de violões, sendo uma tecnologia muito superior aos sistemas de piezo e/ou de mic interno. 
 
Mais informações em: https://www.dbrsound.com/

Informações Adicionais

Especificações Não

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