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[Encomenda] Violão Samuel Carvalho "Serie Especial" (Desconto de R$ 2.000,00 à vista ou em depósitos parcelados*)

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Disponibilidade: Em estoque

R$14.000,00
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Descrição Rápida

Samuel Carvalho "Série Especial" - Novo (encomenda)
Violão Clássico
Encomenda com prazo reduzido de 8 meses
  
Tampo: Cedro Canadense ou Abeto Europeu (composite ou maciço)
Fundo e laterais: Jacarandá Baiano (maciço)
Braço: Mogno
Escala: Ébano, elevada, 19 trastes
Formato do braço: “D”
Acabamento: Goma-laca tampo, Poliuretano corpo; ou Poliuretano integral
Rastilho e pestana: Osso
Cordas: clássicas (nylon, carbono, similares)
Comprimento de corda: 650 mm ou a combinar
Espaçamento de cordas pestana/rastilho: 44/57 mm ou a combinar
Tarraxas: Schaller ou VS tuners
Tensor: Sim
Estojo: incluso



* Selecione a opção "À vista: depósito, cheque, dinheiro" ao finalizar a compra, e o desconto será aplicado antes da confirmação de fechamento do pedido. Ou a opçao "A combinar" e nos escreva para aplicarmos o desconto e combinar os depósitos parcelados.


Diagonal - cedro (foto ilustrativa)

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  • Frente - cedro (foto ilustrativa)
  • Frente - abeto (foto ilustrativa)
  • Diagonal - cedro (foto ilustrativa)
  • Escala moderadamente elevada (foto ilustrativa)
  • Fundo - jacarandá baiano (foto ilustrativa)
  • Fundo - jacarandá baiano (foto ilustrativa)
  • Fundo - jacarandá baiano (foto ilustrativa)
  • Lateral (foto ilustrativa)
  • Mão: frente (foto ilustrativa)
  • Mão: costas (foto ilustrativa)
  • Detalhe: armrest (opcional)
  • Soundport (opcional)
  • Roseta e cavalete - cedro (foto ilustrativa)
  • Detalhe: roseta e filetação - cedro (foto ilustrativa)
  • Roseta e cavalete - abeto (foto ilustrativa)
  • Detalhe: roseta e filetação - abeto (foto ilustrativa)

* Campos Requeridos

Detalhes

Violão Clássico Samuel Carvalho "Serie Especial"
 
Encomenda com prazo de 8 meses. Na Guitanda você tem os mesmos valores de tabela do luthier, mas com prazo mais curto e seleção especial de madeiras. 
 
Para encomendas com pagamento via depósitos ao longo do prazo de construção, selecione a opção de pagamento "a combinar" no fechamento do pedido e nos escreva para acertar detalhes.  
 
O luthier brasileiro Samuel Carvalho é reconhecidamente um dos maiores luthiers do país. Com décadas de profissão, Samuel Carvalho se destaca pelos seus violões de sonoridade encorpada, bela e potente. É um dos luthiers que mais sabe como extrair som das madeiras que utiliza, com conhecimento de causa, sendo ele próprio um violonista muito competente que conhece as necessidades de um instrumentista. Até a primeira metade da década de 2000, o artesão construiu consistemente no estilo tradicional, sendo considerado um dos maiores especialistas em violões com tampo de cedro do país, e também desenvolveu um trabalho muito disseminado com tampos de pinho, em violões usados por grandes concertistas e professores brasileiros. Posteriormente, foi o pioneiro no Brasil a desenvolver instrumentos modernos, no estilo composite (tecnologia de tampo composto com presença de nomex), estilo no qual, na opinião da Guitanda, já é um dos maiores luthiers do mundo. Samuel Carvalho consegue resultados que misturam potência, sustentação e refinamento de timbre, em violões que encantam pelos atributos artísticos e técnicos. Seus instrumentos são hoje utilizados por alguns grandes nomes internacionais e se tornou um dos luthiers brasileiros de maior repercussão no mundo.
  
O modelo Série Especial é o violão mais refinado do luthier, em que ele utiliza madeiras extremamente selecionadas, especiais, como diz o nome. Com fundo e laterais de jacarandá baiano de mais de 20 anos de corte, tampo em cedro canadense ou abeto europeu envelhecidos, construção composite ou tradicional e uma sonoridade que possui a rara combinação de beleza e potência. A escala, de ébano, é moderadamente elevada com 19 casas, e o braço de mogno. Madeiras tradicional e nobres, no mais fino trabalho do luthier.
  
A sonoridade desses violões é  encorpada, grave mas com brilho. Um som cremoso, meloso, com boa presença de médios, com um toque de refinamento. Possui muito bons graves com definição e profundidade, e as primas são penetrantes e cheias. Mesmo no composite, o timbre é muito natural, ao contrário de muitos instrumentos de tecnologia moderna. No tampo de cedro, a sonoridade parece de um cedro tradicional, mas com maior presença. No de abeto, o timbre é mais nitido e brilhante que o cedro, mas mais doce e encorpado que nos de construção tradicional. O ataque é semi-articulado, nem macio demais nem pontudo, com decaimento tradicional e sustentação média. Essas características também contribuem para a sonoridade bem típica e a sensação de naturalidade. A presença de harmônicos agudos em boa proporção geram contorno ao som, e um refinamento, que faz o timbre ser caloroso mas com certa delicadeza.
 
A potência é muito boa. Nos composites, com muita facilidade de produção de volume sem grande esforço de mão direita. No tradicional, há potencia boa, e projeção focada e de bom alcance, mas com mais necessidade de pegada na mão direita. No cedro, há um pouco mais de potência que no abeto, e, nos composites, a potência é bastante maior em toques de força média e baixa (o limite nos fortíssimos é similar). Na distância, a projeção viaja longe, com alcance e ambiência, chegando à plateia por todos os lados. A projeção da nota fundamental sobrepuja a dos harmônicos, gerando uma sonoridade bem audível de longe, com nitidez e presença.
A resposta dinâmica é boa, principalmente nos pianos aos fortes. Nos pianos, o som possui corpo e projeção, e ainda tem expressão, mas é preciso grande controle para produzir pianíssimos, haja visto que o violão é bem sonoro. Nos fortes, eles soam sem distorcer, bem consistentes. Nos composites, toques fortíssimos, podem tornar o violão percussivo e sem aumento de massa sonora depois de certo limite de pressão. É necessário que a forma de toque de mão direita não seja muito violenta. O violão é projetado para funcionar sem necessitar grande esforço, e tem notável controle dentro da faixa dinâmica. Já nos tradicionais, uma pegada mais forte é recompensada com melhor desempenho. Neste quesito, as duas tecnologias são opostas.
 
O equilíbrio é muito bom. Possui bom equilibiro vertical, entre cordas, com um pequeno favorecimento aos graves, talvez amplificados pela profundidade que dá o jacarandá baiano. Os bordões são presentes e as primas são projetadas e brilhantes, com boa terceira corda. No aspecto horizontal, o equilíbrio é ótimo, com as posições sem buracos ou grandes discrepâncias entre si, e bom funcionamento em posições altas. Funciona muito bem em toda a escala e em todas as cordas.
 
A resposta tímbrica depende do tampo e tecnologia. Nos composites, e no tradicional de cedro, com variação mais limitada, apesar de ainda haver cores e contrastes. No instrumento tradicional de abeto, o colorido é mais detalhado, com subniveis. Todos possuem um equilíbrio muito bom entre a facilidade de se produzir um som homogêneo e consistente e a possibilidade de variar a sonoridade. O vibrato é produzido sem grande esforço e os ligados também são bem fáceis. O controle de articulação é bom, com boa separação entre notas e legato expressivo.
 
A tocabilidade é ótima. O braço é muito confortável, com leve achatamento atrás e arredondado nas quinas, permitindo bom apoio de polegar. É um formato de D, mas suavizado e com espessura não fina demais a ponto de obrigar a mão esquerda a fica tensionada. A escala de elevação moderada gera maior facilidade para acessar os sobreagudos, sem mudar muito a referência visual. O armrest (apoio de braço) opcional gera muito conforto para o apoio do braço direito, além de proteger o tampo do suor, e liberar mais as vibrações do mesmo. E, nos composites, a possibilidade de produzir potência sem grande esforço de mão direita, faz com que as cordas tenham um ajuste interessante de altura, sem trastejar, e isso facilita mão esquerda e mantém o relaxamento da mão direita.
  
O verniz utilizado por padrão é a goma-laca no tampo e o poliuretano no corpo. A goma-laca é um verniz orgânico, que deixa a madeira respirar e torna a sonoridade aberta e livre. O poliuretano é um verniz sintético que é mais resistente à riscos, ao desgaste pelo suor e outros tipos de dano, sendo assim muito útil para o corpo e braço do violão, onde há mais atrito. A qualidade do acabamento do verniz é boa, e o acabamento como um todo é de muita elegância, e transmite modernidade sem exagero. Para maior proteção, é possivel encomendar o instrumento inteiro em poliuretano.
  
A captação opcional DBR é uma captação  passiva, de interferência mínima na estrutura acústica do violão. Ela se utiliza de 4 sensores leves, colados internamente no tampo do instrumento, e se conectam no jack de saída. A única alteração estrutural desta captação é a furação do jack, na culatra, que não acarreta em nenhum prejuízo à sonoridade acústica. É uma tecnologia de captação moderna, que se avantaja sobre as tecnologias de piezo e microfone interno, trazendo muito mais naturalidade ao timbre amplificado pelo fato de captar o som da madeira. A Guitanda recomenda como a melhor tecnologia de captação para instrumentos clássicos. Consideramos a melhor escolha para preservação estrutural do instrumento, e para uma sonoridade fiel e limpa, muito próxima da sonoridade e comportamento dinâmicos acústicos. Seu nivel de sinal é mais baixo que em captações ativas, mas é o suficiente para ligar diretamente em caixas de som, e pode se usar preamps externos dse qualquer marca, em conjunção com a captação, para ter acesso a controles de equalização e volume.
 
Resumo:
  
Pontos fortes: Timbre grave com brilho, presente e caloroso. Potência e projeção muito bons, bem acima da média. Tocabilidade ótima.
  
Pontos fracos: Leve tendência a favorecer os graves, que pode não agradar quem não gosta de graves mais presentes.
  
Conclusão: É um instrumento de categoria internacional, um raro violão que possui potência e timbre. Seu timbre encorpado e grave é natural e belo. Isso faz com que se possa executar peças de refinamento e delicadeza. O instrumento pode gerar gravidade e imponência, mas também finesse e expressividade. Realmente indicado para palco, por todas as suas características: potência e projeção, com facilidade de produção. Tocabilidade que permite estar relaxado e tocar com menos esforço mesmo em situações de pressão. Bom controle dinâmico e de articulação. Bem indicado para todo o repertório clássico, e brilha quando se precisa de sonoridade imponente. Também muito indicado, pela tocabilidade, graves e bom ataque, para repertório popular, seja instrumental ou acompanhamento. Recomendado para quem procura um violão de alto nivel mundial.

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Especificações Não

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