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Violão Tessarin 2013 SP/CB (VENDIDO)

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Disponibilidade: Esgotado

R$0,00

Descrição Rápida

Tessarin 2013 - Usado
Violão Clássico

Condição: estrutural (5/5), estética (4,5/5)
Tampo: Abeto europeu (maciço)
Fundo e laterais: Cabreúva (maciço), com faixa central em Jacarandá
Braço: Cedro
Escala: Ébano, tradicional, 19 trastes
Formato do braço: “D”
Acabamento: PU
Rastilho/Pestana: Osso
Cordas: clássicas (nylon, carbono, similares)
Comprimento de corda: 648mm
Espaçamento de cordas pestana/rastilho: 40/62 mm
Tensor: Não
Estojo: AMS
Tarraxas: Rubner



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Diagonal

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  • Diagonal
  • Frente
  • Lateral
  • Fundo
  • Diagonal fundo
  • Mão: frente
  • Tarraxas Rubner
  • Mão: costas
  • Roseta e cavalete
  • Detalhe: roseta e filetação
  • Estojo AMS
  • Selo

Detalhes

Violão Clássico Antonio Tessarin 2013 no.682:
 
O luthier paulista Antonio Tessarin é renomado por seus instrumentos responsivos de timbre tradicional e sofisticado. E também renomado por seu detalhismo e obsessão na busca pela perfeição. Com forte foco em qualidade e sofisticação sonora, o luthier é frequentemente citado como referência em excelência construtiva, profissionalismo e constância, com instrumentos elogiados e admirados por diversos artistas, didatas e aficionados do meio violonístico.
 
Este instrumento, de 2013, é uma prova da mente inovadora e detalhista do luthier. Trata-se de um violão com um conceito diferenciado na parte interna: os reforços de ligação entre laterais e fundo e tampo foram substituidos por uma lateral dula interna e um método de montagem de caixa diferenciado. A estrutura do tampo se matém tradicional, mas a ausência de reforços faz o tampo vibrar mais livre, e gerando melhores graves. Além de, esteticamente, promover uma visão bem mais limpa e organizada do interior do violão. Para esse projeto, o luthier utilizou uma amdeira alternativa no fundo e laterais, a Cabreúva, que possui boas propriedades acústicas e aparência avermelhada, figurada estilo asa de abelha. No fundo, a faixa central decorativa de Jacarandá faz também um papel de mesclar a sonoridade da Cabreúva com a mais tradicional do Jacarandá. O tampo é de abeto (pinho), com corte radial de veios retos e homogeneidade de veios. Braço de cedro brasileiro e escala de ébano.

A sonoridade tem uma mistura do timbre típico do Tessarin, com sonoridade delicada, sofisticada, com o timbre mais forte nos graves e graves-médios que a montage proporciona. Assim, o instrumento possui corpo e presença, tendendo ao doce e pastoso. Equilíbrio que é uma espécie de marca registrada do luthier, e neste instrumento não poderia ser diferente. O violão é muito equilibrado, com tod as cordas (graves e agudas) soando de forma harmoniosa. Seus bordões são profundos, com timbre recheado. As primas também possuem corpo, com a terceira corda bem equilibrada. Talvez, para apontar detalhes, falte um leve brilho em relação à resposta degraves e médios, mas isso tende a melhorar com o amadurecimento. O sustain de algumas posições têm leve desuniformidade entre si, como todos so instrumentos novos, mas as casas são bem equilibradas de forma geral. O ataque é macio e suave, escondendo os ruidos de unha e minimizando outros sons como trastejos, com decaimento e sustentação normais. A articulação fica menos nitida com o ataque macio, mas o timbre ganha uma doçura adicional. É realmente um Tessarin bem doce, mas sem ser opaco. O colorido é médio, transitando mais pelos doces do que nos metálicos, e a resposta ao vibrato é boa.
A potência é média-boa, dentro da luteria tradicional, mas com projeção bem definida, nítida, com boa prresença de fundamental, que faz a sonoridade chegar audível na distância. A gama dinâmica, portanto, é regular também, com boa nitidez nos pianos, mas sem muita margem para os fortes. 
 
A tocabilidade é boa, com um braço em forma de D, levemente chato atrás com curvas nas quinas. A espessura é mediana, sem forçar a mão esquerda a se fechar ou se abrir demais. A afinação é muito boa, com as oitavas bem precisas, mesmo num instrumento mais antigo.
 
O verniz utilizado é o poliuretano (PU), o que confere grande proteção, e com a idade, já com o processo de secagem bem adiantado, o que libera a sonoridade. Escala de ébano, tradicional, braço de cedro brasileiro.
 
Inclui estojo AMS e tarraxas  alemãs Rubner.
 
Condição:
- estrutural: 5/5. Excelente estado, nenhum histórico de reparo e braço reto. 
- estética: 4,5/5. Ótimo estado. Conservação excepcional, com leves marcas bem superficiais. 
  
Resumo:
 
Pontos fortes: Equilibrio excelente, alta qualidade de construção, projeção nítida e doçura com boa resposta de graves.
 
Pontos fracos: Volume não é tão impactante (considerando universo de luteria), articulação e som não tão brilhantes, com sustentação média-baixa. 
 
Conclusão: Um violão tradicional com um toque inovador. Em qualidade sonora, possui a sofisticação do Tessarin, mas com um timbre doce e encorpado com ótimos graves. Equilíbrio e projeção nítida. Um instrumento com equilibrio muito bom para repertório clássico romântico, e música popular instrumental que necessite de bordões e resposta de médios presentes. Pelo fato de ser bem doce e com ataque macio, não é tão percussivo e é mais indicado para repertório que exija expressividade, cantabiles, legatos. Paraquemquer um violão equilibrado e que cante como um barítono de voz aveludada.

Informações Adicionais

Especificações Não

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