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Violão Eduardo Duque SP/AF "Atelier Guitanda" (Desconto de R$ 300,00 à vista*)

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R$2.500,00
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Descrição Rápida

Eduardo Duque SP/AF "Atelier Guitanda"
Violão Clássico
Prazo de 60 dias úteis
  
Condição: Novo
Tampo: Abeto Engellmann (maciço)
Fundo e laterais: Jacarandá Africano (maciço)
Braço: Mogno
Escala: Jacarandá
Acabamento: Verniz PU fosco
Rastilho e pestana: Osso
Tecnologia de construção: estilo tradicional, estrutura em leque.
Cordas: clássicas (nylon, carbono, tripa e similares)
Comprimento de corda: 650 mm
Largura da pestana: 52 mm
Formato do braço: “D”, suave e fino
Escala: Sobreposta (tradicional), 19 trastes
Acompanha bag de tecido



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* Campos Requeridos

Detalhes

Violão Clássico Eduardo Duque SP/AF "Atelier Guitanda":
 
Eduardo Duque é um dos grandes novos talentos da lutheria brasileira, professor respeitdo de luteria, e tem o seu trabalho caracterizado pela versatilidade e preocupação com refinamento sonoro. Em seu leque de instrumentos temos bandolins, cavaquinhos, ukuleles, e é claro, violões, todos construídos no estilo tradicional, focando na qualidade dos materiais e do processo. Instrumentos que transmitem a tradição de séculos, com sonoridade rica, extraindo brilho, nitidez e equilíbrio das madeiras que ele seleciona criteriosamente. 
  
Este violão é produzido totalmente com madeiras maciças. O tampo é de abeto europeu Engelmann, uma madeira na verdade de procedência euro-asiática, que cresce em regiões frias e é caracterizada por anéis de crescimento lento, o que confere boa densidade e resposta. O abeto é muitas vezes chamado de "pinho", popularmente, e é a madeira mais tradicional para o tampo de violões. O fundo e laterais são de Jacarandá Africano, uma madeira de regiões quentes, que possui boa rigidez para dar um suporte firme ao tampo, e influencia no timbre com boa resposta de brilho e equilíbrio de graves. Seu corte radial dá bastante estabilidade e belez visual. O braço é de Mogno, uma madeira muito rigida e resistente. A escala é de Jacarandá Brasileiro, uma madeira que resiste bem à fricção e pode durar décadas, o que é fundamental para essa parte do instrumento. Todas as madeiras selecionadas por um bom corte, propriedades acústicas e capacidade de amadurecimento com qualidade.
 
A sonoridade é doce, de ataque macio, som quente e sofisticado. Possui boa nitidez e corpo, sendo muito melodioso. O equilíbrio é muito bom, com notas ao longo de todo o braço tendo boa similaridade de características. Verticalmente, os bordões de ataque macio possuem uma presença que se espalha pelo ambiente, e as primas doces de ataque semi-pronunciado se equilibram sem se impor. O som tem ataque doce, decai com velocidade e depois se sustenta de forma regular. Ou seja, um som que possui certa percussividade, com sustain médio, mas combina uma surpreendente doçura ao conjunto.
  
O volume é bom, com ótima projeção, que transmite o som com nitidez a boas distâncias. Em termos dinâmicos, possui bom desemmpenho nos pianos e médios. Muito boa capacidade de chegar nos fortes sem distorção. 
  
A variação de timbre é média, acima do que se poderia esperar de um instrumento dessa faixa de valor, mas não tão sofisticada e detalhada como em instrumentos de maior preço. O timbre tende mais aos doces, com variações até o metálico, e com facilidade de se tocar de forma variada sem exigir grandes deslocamentos de mão. O vibrato é fácil, e também é um instrumento de amigável de controlar, conseguindo-se uniformidade e consistência sem grandes dificuldades.
  
A tocabilidade é excelente, com braço de espessura mediana, com o polegar ficando numa posição nem muito fechada, nem muito aberta, mas repousando numa abertura natural. Boa regulagem inicial, que permite uma altura de cordas sem grandes diferenças de desempenho entre casas. Obviamente, regulagem é um item altamente pessoal, que sempre recomendamos que o proprietário do instrumento faça num luthier de forma customizada. E, como em qualquer violão, a regulagem vai se alterando com o tempo e necessita de uma manutenção periódica. 
  
O acabamento é mediano. Muito bem montado, envernizado, sem erros grosseiros na junções e filetes.  Ou seja, em tudo o que o luthier tem controle sobre o trabalho. Porém, com o foco na escolha de madeiras de sonoridade excepcional, muitas vezes são escolhidas peças que possuem manchas, detalhes estéticos, na própria madeira. Então, nem sempre se tem um visual totalmente uniforme e limpo de defeitos, mas é algo proveniente da própria aparência do material. Consideramos essa escolha, a de priorizar madeiras pela sonoridade, a melhor escolha. Nessa faixa de valor, ou se trabalha com madeiras de aparência uniforme, mas com sonoridade inferior (geralmente violões industriais), ou com madeiras de aparência não uniforme e de boa sonoridade (como netse caso). Madeiras de boa aparência e boa sonoridade são mais caras e usadas em instrumentos de faixas de valor bem maiores. E madeira de má aparência e sonoridade, somente em violões que não passam no padrão de qualidade Guitanda. Se você valoriza mais a sonoridade do que a estética, é um violão muito adequado.
   
O violão utilizado é o poliuretano fosco que garante uma ótima proteção em relação aos outros vernizes. O fato de ser fosco permite uma camada mais fina, que não prende a sonoridde, o que gera melhor potência e agudos. o violão acompanha bag flexivel simples, de tecido, e tarraxas chinesas.
 
O luthier oferece algumas opções mediante valor adicional, como:
- cutway: um recorte no formato do corpo do violão, na junção com o braço, para facilitar tocar nas posições acima da casa 12; 
- a escala em ébano, que possui maior durabilidade;
- o tensor no braço, que permite alguns ajustes pequenos;
- soundport, um orificio de aproximadamente 3cm de diâmetro, realizado na lateral do violão, próximo à junção com o braço. Serve pra tornar som que se ouve quando tocamos o violão um pouco mais fiel ao que quem está de frente pro instrumento está ouvindo.
   
Resumo:
 
Pontos fortes:  Equilíbrio. Timbre doce, sofisticado pra faixa de valor. Bom volume e projeção. Tocabilidade. Madeiras maciças bem cortadas e com boa capacidade de amadurecimento.
 
Pontos fracos: Sustentação média. Baixos macios podem não agradar quem busca baixos super articulados (mas agradam que gosta de baixos doces e espalhados). Estética mais rústica. 
  
Conclusão: É um instrumento excepcional nessa faix de valor, totalmente artesanal e de madeiras maciças muito bem cortadas. Pra música erudita, pode ser um grande violão de estudo e para pequenos recitais. Muito versátil para tocar música do periodo romântico (pela doçura e bordões com boa mescla pra harmonia), clássico (pela nitidez e bom foco na fundamental), brasileira (som aveludado e expressivo) e também com competência para repertórios polifônicos e percussivos. Para música popular, um violão com capacidade profissional, ótimo pra MPB com os baixos macios e som doce, com certa percussividade. Um violão com bom potencial para amadurecer com qualidade, e fazer boa música.
  
O projeto "Atelier Guitanda": 
  
Com décadas de experiência na avaliação de violões artesanais, nós da Guitanda sempre sonhamos em poder fazer chegar às mãos de todas as pessoas violões da mais alta qualidade, para todos os bolsos. Um dos frutos dessa experiência e missão é o projeto Atelier Guitanda. 
 
O objetivo do projeto é encontrar e selecionar grandes talentos da luteria, e desenvovler em parceria modelos de violões totalmente artesanais, que possam atender os músicos que buscam bons instrumentos numa faixa de valor mais acessível do que o normalmente praticado no mercado artesanal. Dentro desses parâmetros, o objetivo é produzir o melhor violão possivel, com bons materiais, sonoridade refinada, regulagem detalhada e que tenha tudo para amadurecer de forma adequada. 
  
Para isso, o projeto tem 2 aspectos muito importantes:
 
1) Encontrar luthiers talentosos:
 
É talvez o aspecto mais crucial, pois a mão de quem faz tem enorme peso no resultado final de um instrumento. De certa forma, fazer um violão é como cozinhar ou pintar: com as mesmas matérias primas, alguém pode fazer uma obra de arte ou algo intragável. Assim, ainda mais importante do que usar bons materiais e um bom projeto, é encontrar os luthiers que consigam extrair o máximo das madeiras e produzir resultados musicais transcendentes aos nossos ouvidos. 
 
Com décadas lidando com pesquisa e avaliação de instrumentos, a Guitanda acabou acumulando informações sobre muitos luthiers do país, e se tornou fonte de referência e consultoria para muitos artesãos que nos buscam para mostrar seus trabalhos. O conhecimento aprofundado dos maiores instrumentos da história da luteria mundial, e do Brasil, acabou também formando uma base de comparação e avaliação para o que é um bom violão para cada tipo de necessidade e estilo. São literalmente milhares de violões que já avaliamos. Com esse conhecimento de causa, identificamos os mais talentosos luthiers que conhecemos, e os convocamos para uma parceria. Somente selecionamos para o projeto Atelier Guitanda os artesãos que consideramos grandes talentos, capazes de produzir arte em forma de sons. 
  
2) Construção e sonoridade:
 
O segundo aspecto é garantir que o resultado final seja um instrumento de construção adequada, durável, de bom amadurecimento, com boas e bem cortadas madeiras. Que possuam sonoridade refinada, diferenciais em timbre, equilíbrio, resposta, potência. Obviamente, há violões que são mais fortes em certos quesitos, que possuem seus pontos mais fortes, mas o importante é que haja algo especial, diferente no instrumento. E que em cada critério de avaliação, o violão tenha um desempenho acima dos padrões minimos que estabelecemos (que já são rigorosos).
 
Para isso, além de contar com o talento do luthier, a Guitanda ajuda a definir materiais, projetos, monitora o processo de construção, e testa com muita atenção cada exemplar produzido. Somente os que passam pela nossa seleção vão adiante para o processo de venda. Dessa maneira, cada exemplar disponibilizado na Guitanda é um exemplar testado e aprovado. 
  
O projeto Atelier Guitanda é nossa forma de fazer bons violões encontrarem mãos ávidas por boa música. E de colocar em evidência luthiers talentosos, destacando-os como seu talento mercece. O risco de se encomendar violões com maus profissionais ou de receber maus exemplares é assim minimizado a você, nosso cliente. Essa triagem também gera economia no seu processo de pesquisa que, muitas vezes, é bastante custoso. Ao adquirir um instrumento Atelier Guitanda, queremos que você tenha toda a paz de espírito de saber que vai receber um violão que é fruto de anos de conhecimento, pesquisa e muito talento.
   
 
Sobre a captação opcional dBR Classical
 
A captação dBR Classical é um sistema moderno, passivo, que utiliza 4 sensores (transducers), fixados na parte interna do tampo, para capturar as mais variadas frequências do instrumento e produzir um sinal de alta fidelidade. Com este sistema, que captura as vibrações diretamente da madeira, entendemos que a sonoridade acústica do violão é traduzida de forma bastante natural, mantendo a qualidade de timbre em um sistema amplificado. Ela responde a toques fortes sem estourar, reproduz variações de timbre e vibratos, traz resposta equilibrada entre as cordas, permite amplificação de sons percussivos no corpo do instrumento e, mesmo não tendo a força de sinal de um sistema ativo, pode tranquilamente ser ligada diretamente à mesas e caixas de som sem necessidade de preamplificação. Devido ao fato de não haver nenhum elemento entre rastilho e cavalete, nem haver rasgos na lateral (pela ausência de preamp), o sistema interfere muito pouco na sonoridade acústica, e o violão pode facilmente ser revertido ao estado original ou receber outro sistema de captação. Por não necessitar de bateria, é um sistema prático e que gera economia ao longo do tempo. A captação dBR Classical é projetada especificamente para violões clássicos, e é produzida na dBR Acoustics por especialistas em sonoridade de violão e aprovada por músicos profissionais.
  
Após realizarmos extensivos testes, com resultados sempre melhores do que os diversos sistemas tradicionais, esta foi a captação selecionada pela Guitanda para os instrumentos que oferecemos. Ela pode ser usada sem necessidade de preamp, ou em conjunção com um preamp externo para resultados mais particulares. Acreditamos que o sistema de sensores é o presente e futuro dos sistemas de amplificação de violões, sendo uma tecnologia muito superior aos sistemas de piezo e/ou de mic interno. 
 
Mais informações em: https://www.dbrsound.com/

Informações Adicionais

Especificações Não

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